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sábado, 28 de agosto de 2010

Orlando Bloom faz palestra sobre dislexia Ator decidiu falar de sua experiência com o distúrbio para ajudar crianças e adolescentes


Orlando Bloom decidiu falar sobre sua experiência
como portador de dislexia em uma palestra gratuita em Nova York, de acordo com o site "Female First".

O ator de "Piratas do Caribe", de 33 anos, aprendeu a superar as dificuldades da prendizagem desde a infância e ganhou uma bolsa de estudos no British American Drama Academy, antes de ir estudar teatro na Escola de teatro Guildhall, em Londres.

Ele, que namora a modelo Mirada Kerr, irá compartilhar suas experiências sobre a doença com o público em um debate com o Dr. Harold S. Koplewicz, dia 2 de junho, no Centro de Estudos da Criança, da Universidade Rockefeller.

A palestra, intitulada "Dislexia e Criatividade: Dois lados da mesma moeda", tem o objetivo de sensibilizar educadores, profissionais de saúde mental e os pais de crianças portadoras da doença.

Link da Revista Quem Online http://revistaquem.globo.com/Revista/Quem/0,,EMI142839-9531,00-ORLANDO+BLOOM+FAZ+PALESTRA+SOBRE+DISLEXIA.html

Como prestar atenção?






Como acompanhar os demais da turma? Como não se sentir o diferente da classe?

Tem muita criança que se faz essas perguntas. E o pior, não acha nenhuma resposta. Pensando nelas que a Novartis, em parceria com a ABDA (Associação Brasileira de Déficit de Atenção), criou o Atenção Professor, um programa de atualização em TDAH* voltado aos professores. A ideia é ajudar educadores a conhecer e a lidar melhor com o assunto. Funciona assim: através do Concurso Atenção Professor as escolas devem inscrever projetos de inclusão de alunos com TDAH ou projetos de inclusão de alunos com dificuldade de aprendizagem, mas que também possam ser aplicados para a esfera de TDAH.

Dessa forma, sua escola pode desenvolver iniciativas que fazem a diferença, trocar experiências e colaborar com a qualidade de vida de quem mais precisa da nossa atenção. Afinal, apontar o problema é fácil. Difícil é mostrar respostas. Inscreva o seu projeto e mostre as suas. *Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade
Professor, as inscrições do concurso foram prorrogadas.

Agora, você e a sua escola têm até o dia 30 de agosto para participarem ativamente desta iniciativa e enviarem seus projetos para a inclusão de alunos com TDAH.

Como funciona?
. É um concurso entre escolas de todo o país, públicas e particulares.
. Cada uma inscreve seus projetos apresentando o resultado de suas experiências.
. As instituições são selecionadas com as melhores propostas em cada uma das três categorias participantes, sendo elas, 1 a 4ª série, 5 a 9ª série e Ensino Médio.
. Além de prêmios, as instituições serão reconhecidas por fazer a diferença na inclusão de alunos com TDAH.

Visite o site www.atencaoprofessor.com.br e inscreva seu projeto.

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

CONGRESSO TDAH - RJ




O IV Consenso Latinoamericano del TDAH, que acontecerá nos dias 2 e 3 de agosto de 2011 também no Sheraton Rio Hotel & Resort, será um encontro restrito a profissionais que fazem parte dos grupos de trabalho da Liga Latinoamericana del TDAH que engloba membros de todos os países da América Latina.
http://www.tdahlatinoamerica.org/

sábado, 21 de agosto de 2010

Projeto prevê tratamento de dislexia e TDAH para estudantes


Proposta também prevê oferta de cursos específicos para professores sobre o diagnóstico e o tratamento dessas disfunções.






Tramita na Câmara o Projeto de Lei 7081/10, do senador Gerson Camata (PMDB-ES), que obriga o poder público a manter programa de diagnóstico e tratamento de dislexia e de transtorno do déficit de atenção com hiperatividade (TDAH) para estudantes do ensino básico.
Conforme o projeto, as escolas devem assegurar às crianças com esses distúrbios o acesso aos recursos didáticos adequados ao desenvolvimento da aprendizagem. A proposta prevê também que os sistemas de ensino deverão oferecer aos professores cursos específicos sobre o diagnóstico e o tratamento dessas disfunções.
O diagnóstico e o tratamento devem ocorrer por meio de equipe multidisciplinar, da qual participarão, entre outros, educadores, psicólogos, psicopedagogos, médicos e fonoaudiólogos.
Camata afirma que a criança com dislexia, devido às suas dificuldades de acompanhar o processo de aprendizagem dos demais alunos, tende a sentir-se frustrada e, pelo menos uma parte delas, pode desenvolver problemas emocionais e comportamentos antissociais, como excessiva agressividade ou retraimento. Daí a importância do diagnóstico ("muitas vezes difícil e demorado") e do tratamento.
Tramitação
O projeto, que tramita em regime de prioridadeDispensa das exigências regimentais para que determinada proposição seja incluída na Ordem do Dia da sessão seguinte, logo após as que tramitam em regime de urgência e em caráter conclusivoRito de tramitação pelo qual o projeto não precisa ser votado pelo Plenário, apenas pelas comissões designadas para analisá-lo. O projeto perderá esse caráter em duas situações: - se houver parecer divergente entre as comissões (rejeição por uma, aprovação por outra); - se, depois de aprovado pelas comissões, houver recurso contra esse rito assinado por 51 deputados (10% do total). Nos dois casos, o projeto precisará ser votado pelo Plenário., será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Educação e Cultura; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Reportagem: Luiz Claudio Pinheiro
Edição: Murilo Souza/28/04/2010 11:11

Fonte:http://www2.camara.gov.br/agencia/noticias/EDUCACAO-E-CULTURA/147140-PROJETO-PREVE-TRATAMENTO-DE-DISLEXIA-E-TDAH-PARA-ESTUDANTES.html

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

A Inclusão que Exclui





Inclusão é a palavra que impera, falamos da inclusão social, da inclusão de pessoas com deficiência, e eu como mãe de uma criança especial, venho falar sobre o sentimento de exclusão que sinto constantemente neste mundo de exigências e expectativas depositadas sob nossos pequenos. Ouço a discussão de mães sobre a necessidade de seus filhos falarem outro idioma o mais cedo possível, já na educação infantil, e eu sonhando com o dia que o meu filho simplesmente fale a nossa língua, comunique verbalmente o que quer e o que sente. Outras mães reclamam do tempo que seus filhos permanecem em frente ao computador, e eu gostaria que o meu menino se interessa-se de maneira espontânea por esta ferramenta que facilitaria seu aprendizado. Algumas mães, ainda, lamentam que seus filhos estão crescendo, cada vez mais independentes, não parando mais em casa, com preocupações que englobam apenas amigos e festas. Ah, se eu pudesse ter esta certeza de que meu filho terá a autonomia necessária para uma vida independente, que frequentará festas e fará amigos. E a conversa sobre a escolha da carreira dos pequeninos, suas grandes aptidões e interesses já manifestados precocemente...

Sinto-me uma extraterrestre, com desejos tão simplórios e um cotidiano tão comum. Sei que devo participar das festas da escola, mas o que fazer se no Dia das Mães, as crianças estarão organizadamente dispostas no ginásio para cantar, e meu filho não terá participado dos ensaios, pois, certamente não ficaria em um lugar marcado e, obviamente, não cantaria as palavras esperadas. Poderia, no entanto, pular e dançar, vocalizando alegremente o que brota de suas cordas vocais, mas esta forma de participação nunca é planejada, pois, como é comumente dito, isto seria expor a criança. Mas, a inclusão não pressupõe a exposição da pessoa com deficiência, sem rejeição.

Sinto-me excluída deste mundo dito normal, e faço uma enorme força para proporcionar ao meu filho experiências sociais comum a todas as pessoas. O levo ao cinema, mesmo que tenha que sentar no canto de uma fileira, e o deixá-lo livre para ficar de pé sobre a cadeira ou pulando no chão. Ele se diverte, o filme é infantil, mas as crianças devem se comportar bem, o que significa ficar sentadas e quietas, e muitas mães olham com reprovação o comportamento dele. Me refugio em ambientes nos quais ele já conquistou os funcionários e donos, como restaurantes e padarias, em que graças à pessoas iluminadas, ele é tratado de maneira carinhosa e respeitosa, e desta forma, sinto-me um pouco incluída na vida dos normais.

Não sei se meu sentimento de exclusão encontra eco no coração de outras mães de crianças especiais, mas a verdade é que cada parque é uma ilha e cada passeio uma aventura cheia de emoções e incertezas.

Silvia Sperling
QUINTA-FEIRA, 19 DE AGOSTO DE 2010
Fonte:
http://autismo-umavidaempoucaspalavras.blogspot.com/2010/08/inclusao-que-exclui.html